Gosto de ler e escrever desde adolescente, criei o Blog com a finalidade de externar os meus sentimentos através da escrita, seja em forma de poesia, poema, desabafo, frases de motivação, mensagens de bom dia, boa noite, humor, enfim tudo que me faz bem e me deixa mais leve depois que escrevo. É como se fosse o meu diário de bordo.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Perspectiva para a educação do nosso tempo
Vivemos na sociedade do conhecimento, onde a informação e a comunicação são baseadas nas relações humanas e na interatividade entre os meios de comunicação que se desenvolvem vertiginosamente com o avanço tecnológico. Essa nova era deixa para trás a pedagogia da transmissão que por muitos anos, mesmos sendo criticada, continuou regente, inalterada, com o professor sendo o transmissor do conhecimento. Hoje, esse tipo de professor está sendo trocado pelo docente que ensina e aprende junto com o aluno, que trabalha coletivamente, integrando as diversas áreas do conhecimento na sua prática pedagógica.
A escola precisa incorporar as tecnologias de informação e comunicação no seu cotidiano para contribuir de modo criativo, crítico e competente na inclusão digital na sociedade do conhecimento (BELLONI, p. 10 e 29, 2005; SILVA, 2003). Com as novas tecnologias conectadas mundialmente aos computadores surge uma nova cultura que toma conta da sociedade, afetando todos os setores com sua onipresença. Essa cultura propicia a educação on-line que requer uma ruptura dos paradigmas tradicionais, uma educação dentro de propósitos que atende a um grande contingente de pessoas em locais e espaços diferentes.
Como ilustração destes propósitos temos a chamada EAD (Educação à Distância), cuja comunicação entre os agentes do processo ensino-aprendizagem é feita através do uso das tecnologias. Com ela surge um novo desafio milenar para as universidades. Na educação à distância, o aluno interage on-line, com o computador conectado em “sintonia com indicadores de qualidade em educação”, ou seja, com fatores que hoje são necessários para uma melhor educação, tais como a participação, troca de experiência, informação, diálogo, interatividade sincrônica e assincrônica, intervenção, autoria, co-autoria criativa e cooperativa (SILVA, 2003).
Autodidaxia: novas formas de aprendizagem
Com o surgimento desgovernado das novas tecnologias, hoje - mais que ontem e menos que amanhã - é impossível prevê se dará no futuro a apropriação do conhecimento. Pensando nisso, é importante não dispensar uma atenção especial no ator principal desse processo, o usuário, que, ao lidar com recursos tecnológicos, já demonstra grande facilidade ao manusear objetos ligados a tais recursos. Neste sentido, a escola deve levar em consideração a cultura e os hábitos midiáticos dos indivíduos para criar um espaço de reflexão e análise com o qual alunos e professores se sintam familiarizados para desenvolverem atividades interativas e criativas, e que deste modo ambos possam construir, simultaneamente, um conhecimento co-autoral (BELLONI, 2005, p. 05; COSTA, 2005. p. 102).
É inegável que a instituição escolar necessita adotar novas técnicas metodológicas para saber atuar diante dessa autodidaxia que se intensifica com o crescente número de aparelhos da mais alta tecnologia que surgem na sociedade. A interação do usuário com as novas tecnologias, com as mídias, sem a mediação do professor resulta na autodidaxia, na qual o usuário explora o objeto, a mensagem, por seus próprios meios (isso já acontece há bastante tempo entre máquinas e usuários). Por isso, a escola precisa atentar para a tecnologia educacional, afinal não se pode negar que uma “nova autodidaxia” muito importante está se desenvolvendo nas crianças e adolescentes por intermédio das novas mídias (BELLONI, 2005, p. 05; PERRIAULT, 1996a, p. 23).
Cibercultura e Escola
De acordo com a enciclopédia virtual de conteúdo participativo, a Wikipédia:
cibercultura é um termo utilizado na definição dos agenciamentos sociais das comunidades no espaço eletrônico virtual. Estas comunidades estão ampliando e popularizando a utilização da Internet e outras tecnologias de comunicação, possibilitando assim maior aproximação entre as pessoas de todo o mundo. Este termo se relaciona diretamente com à dinâmica Política, Antropo-social, Econômica e Filosófica dos indivíduos conectados em rede, bem como a tentativa de englobar os desdobramentos que este comportamento requisita... ...Cibercultura provém de um espaço de comunicação mais flexível que o produzido nas mídias convencionais TV, Rádio, Jornal. Nas mídias convencionais o sistema hierárquico de produção e distribuição da informação seguem um modelo pouco flexível baseado no modelo um-todos. Já no ciberespaço a relação com o outro se desdobra no contexto do todos-todos. A cooperação torna-se um dos pontos chave da cibercultura, podendo ser visualizada através do compartilhamento de arquivos, música, fotos, filmes, softwares de relacionamento e comunidades virtuais. (Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cibercultura)
Cibercultura são modos de vida e de conduta da sociedade atual marcados pelas tecnologias informáticas cuja a informação e comunicação é mediada através da Internet. Ela propicia mudanças de comportamento, afetando definitivamente as antigas formas de comunicação e gerando uma nova cultura. Lemos (2002, p. 95) compara cibercultura com “cibersocialidade”, ou seja, toda comunicação proveniente dos meios tecnológicos em todos os seus aspectos, proporcionando uma comunicação em sua totalidade. A cibercultura desbanca o sistema tradicional da informação e comunicação, permitindo a interatividade. Nesse campo a mensagem é apresentada como conteúdos que podem ser manipulados, pois o emissor não transmite mais uma mensagem fechada, e sim aberta ao receptor que pode intervir e dar uma nova significação a ela, alterando conforme sua criatividade e necessidade (SILVA, 2003).
Na cibercultura, o aluno desenvolve suas potencialidades, socializa a mensagem com pessoas de todos os níveis sociais, permite a participação entre receptores que podem compartilhar e trocar experiências. Na escola o próprio professor pode estimular os alunos a construírem o conhecimento dentro dessa ambiência comunicacional proporcionada pela Internet se tornando co-autor da criação junto com eles. Na cibercultura não existem limites nem fronteiras, o receptor que recebe a mensagem, pode modificá-la, fazendo uma leitura diferente do outro, já que cada indivíduo tem um jeito peculiar de receber e perceber “uma mesma mensagem” (FIGUEIREDO, 199, p. 59). A escola não pode ignorar essa nova cultura emergente que provoca mudanças fundamentais nas vidas das pessoas, uma vez que tem como um de seus objetivos dar uma formação adequada àqueles que necessitam conquistar um espaço no mercado de trabalho de forma eficiente, articulada com as mais distintas tecnologias que surgem no mundo contemporâneo e que influenciam todas as áreas da sociedade, como a educação, o próprio trabalho, o comércio, o esporte, o lazer etc. (LEMOS, 2002; LEVI, 1999).
Estruturas de textos midiáticos
“Falar de textos midiáticos é falar de todo uso social da língua e dos demais sistemas simbólicos” (Palestra no 13º Congresso de Literatura do Brasil – 17/07/2001 – Campinas, S.P.). Tudo que serve de veículo de comunicação e informação é considerado texto, tanto pode ser uma fala informal, um discurso oral (escrito ou não), um anúncio, uma propaganda, um cartaz, um slogan, um bilhete ou uma música. Todo e qualquer meio utilizado para comunicar e informar é caracterizado como um texto. (MACHADO,1999, p. 55).
Quando se fala de estrutura de textos midiáticos, é importante que antes se faça a definição de quais textos estão falando. A mídia pode ser definida dos seguintes modos: presencial, representada por um interlocutor que poderá estar ou não utilizando microfones, retroprojetores de transparências, alto-falantes, data-show, entre outros; também pode ser de forma representacional, que são livros, revistas, jornais, fotos, folders, folhetos, encartes, “novelas que se reprisam e exportam” e filmes etc.; e, para finalizar, a mídia eletrônica, que pode ser caracterizada por meio do aparelhamento tecnológico da televisão, do rádio e da Internet - que são canais de comunicação e proporcionam uma audiência sincrônica, porém em locais distintos, separados ou não por oceanos. Um mesmo texto midiático pode ser lido e interpretado de modos diversos nos diferentes contextos socioculturais. (BAUDRILLARD, 1997/ BOURDIEU, 1990)
1.1.Linguagem midiática: autoria e co-autoria
No âmbito da comunicação, as transformações decorrentes das novas tecnologias de informação e comunicação são de natureza tão impressionante quanto as que aconteceram anos atrás nas ciências humanas. A linguagem das mídias é um processo sócio-técnico-cultural que está em constante transformação em conseqüência da evolução tecnológica: é um âmbito que necessita de certas regras de produção e procedimentos que tendem a se tornar dominantes em um determinado momento. Portanto, é importante o estudo da linguagem das mídias na vida dos alunos, pois é uma forma de conscientização, de preparação destes para o uso das mais distintas mídias. A interação do aluno com as mídias é uma ação que pode ser comparada com uma “viagem” que, ao ser dada a largada, não existe um ponto específico de chegada. A difusão das imagens do mundo através das mídias ajuda o homem não só a perceber o que se passa a seu redor, mas também a perceber qual é o seu papel na sociedade (BELLONI, 2005, P. 59).
Linguagem midiática significa interação do sujeito com os diferentes meios de comunicação e divulgação da informação a fim de transmitir conhecimentos, tanto através das mídias clássicas (que têm o poder centralizador da emissão, no qual há um único pólo emissor para vários pólos receptores com possibilidades limitadíssimas de retro-alimentação, como o rádio, o jornal, a televisão, o cinema, a fotografia), como das mídias on-line (como a Internet, ambiente que proporciona a interatividade garantida pelo desenvolvimento de interfaces amigáveis - “objeto virtual”-, do tipo fórum, chat, site, blog, entre outras). Em relação a estas últimas, cada interface acopla um grupo de “elementos de hardware e software” que estreita as fronteiras entre emissor receptor, propiciando intervenções por parte dos usuários e, assim, problematizando “significações como autoria e co-autoria” (JOHNSON, 2001; SILVA, 2003).
terça-feira, 26 de junho de 2012
Vencerás! (www.valever.com.br)
"Aquele que desperdiça o dia de hoje, lamentando o de ontem, desperdiçará o de amanhã, lamentando o de hoje."
(P.Raskin)
Insista mais um pouco!
Depois daquela curva pode estar a sua felicidade e a redenção que você espera há muito tempo.
Enxugue ás lágrimas da dor e renove-se nas boas novas que chegam com o novo dia.
Hoje é um dia especial e tudo o que você andou plantando já está em germinação.
As vezes, não enxergamos a plantinha nascendo, arrebentando a semente e rasgando a terra para a explosão da vida, mas ela está lá.
Ela vem nascendo com toda a força e pronta para dar frutos.
Por isso insista mais um pouco.
Respire fundo, afaste os problemas, as emoções do passado e dê mais uma chance a você mesmo.
Aprenda de uma vez por todas que não existe nesse mundo ninguém tão capaz de entender as suas necessidades como você mesmo.
Só você pode adquirir o que você realmente precisa para sua felicidade e só você será capaz de conquistar essas "necessidades".
Lá fora existe um novo negócio, um novo amor, uma nova amizade, uma esperança e uma nova chance.
Só depende de você ir buscar a sua cota de alegria nesse mundo.
Você acha mesmo que um mundo tão grande como esse vai te negar uma oportunidade de ser feliz?
De recomeçar, de vencer e prosperar em qualquer campo da vida.
Só não dá é para ficar se lamentando, tentando descobrir quem errou ou deixou de errar.
Se o leite já foi derramado, nessa altura do campeonato já se evaporou e ninguém vai conseguir te ajudar.
A maior vantagem que a vida nos oferece diariamente é a oportunidade de recomeçar.
Que tal se dar uma nova chance?
Acredite na sua força.
Acredite no seu charme, na sua capacidade.
Todo o Universo está querendo te ajudar, acredite nisso!
TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
sexta-feira, 1 de junho de 2012
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